Rui Pinheiro

Rui Pinheiro dirigiu as principais orquestras portuguesas. Destacam-se recentes concertos com: Orquestra Sinfónica Portuguesa – ‘Dias da Música’ (2013 e 2014), comemorações dos 20 anos da OSP, programa de Verdi / Wagner no ‘Festival ao Largo’ com o Coro do Teatro Nacional de S. Carlos, concertos de Rachmaninoff e Brahms com Artur Pizarro em directo para a Antena 2; Orquestra Gulbenkian – Os Planetas de Holst, Vela 6911 de Victor Gama, 5ª Sinfonia de Beethoven no Festival de Leiria, Prémio Jovens Músicos (2013), incluindo a 1ª Sinfonia de Freitas Branco, transmitidos em directo para a RTP 2, Pássaro de Fogo de Stravinsky (2014), Concierto de Aranjuez com Miloš Karadagli?, Souvenance com Anouar Brahem Quartet, Adriana Partimpim com Adriana Calcanhoto (2015) e Retiro com Rodrigo Leão nos Coliseus de Porto e Lisboa e gravado para a Deutsche Gramaphone (2015) e com Carlos do Carmo e Ivan Lins (2016); Orquestra Metropolitana de Lisboa – concerto no ‘Festival ao Largo’ com sinfonias de Beethoven e Mendelssohn (2013); Orquestra Clássica da Madeira – gala de ópera com Elisabete Matos (2016), concertos de Natal e Ano Novo e concerto de Aniversário dos 50 anos da OCM, gravados para a RTP 2 (2013-2014); Filarmonia das Beiras – concerto no Festival de Leiria (2014).
Após a sua estreia operática no Teatro Nacional de São Carlos, com A Filha do Regimento de Donizetti (2014), dirigiu em 2015 Los Diamantes de la Corona de Barbieri, produção do Teatro de Zarzuela de Madrid.
Com a Orquestra Clássica do Sul destacam-se projectos como: a integral dos Concertos para Piano de Beethoven, a 4ª Sinfonia de Mahler em parceria com a Universidade de Évora, concertos com Vitorino, Janita Salomé e os Cantadores do Redondo, Carlos Guilherme, Kátia Guerreiro, e produções de Rita de Donizetti com a companhia All’Ópera e Matrioska com a Companhia de Dança do Algarve.
No Reino Unido destacam-se concertos com a Orquestra da Ópera Nacional de Gales (com Julian Lloyd-Weber) no Festival Internacional de Fishguard (2012), concertos nos festivais Vienna – City of Dreams da Orquestra Philharmonia e nos BBC Proms-Plus em directo para a BBC – Radio 3 (2009-2010).
Entusiasta de música contemporânea trabalhou com compositores como Kenneth Hesketh, Alison Kay, Augusta Read Thomas, Stephen MacNeff, Pedro Faria Gomes, Luís Soldado, Bruno Gil Soeiro, Luís Tinoco, Nuno Côrte-Real, Isabel Soveral, Clotilde Rosa entre outros, de quem dirigiu diversas estreias mundiais. Dirige regularmente o GMCL – Grupo de Música Contemporânea de Lisboa.
Em 2016 destacam-se diversos concertos com: Orquestra Clássica do Sul; Orquestra Gulbenkian – estreia da ópera 3 Mil Rios de Victor Gama; Orquestra Sinfónica Portuguesa – estreia moderna do ‘Te Deum’ de Marcos Portugal; Orquestra Sinfónica ‘Oltenia’ de Craiova (Roménia) e Ensemble KNM Berlim (Alemanha).
Após os seus estudos musicais em Portugal (licenciatura em piano na ESMAE e Mestrado em Artes Musicais da Universidade Nova de Lisboa) e na Hungria (pós-graduação em piano e música de câmara na Academia Ferenc Liszt de Budapeste), obteve o Mestrado em Direcção de Orquestra no Royal College of Music de Londres onde estudou com Peter Stark e Robin O’Neill. Trabalhou ainda com Jorma Panula e Colin Metters. Fez preparação musical para os maestros Sir Roger Norrington, Esa-Pekka Salonen, Vladimir Jurowski, John Wilson entre outros.
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Linda Valadas

Direcção Artística / Encenação

Mestrado em Teatro, especialização em Encenação na ESTC – Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa. Estudou teatro com Marcia Haufrecht em Nova Iorque, Scott Williams em Londres e com João Mota e Bruno Schiappa em Portugal. Trabalhou como intérprete com Nuno Pino Custódio, Alexandre Lyra Leite, Wojtek Ziemilski, Graham Vick, Ana Padrão, Ron Howell e Catarina Trota. No cinema, em Portugal, trabalhou com Cláudia Clemente em O dia em que as cartas pararam e Ricardo Espírito Santo em Reflexos. Em Itália e no Reino Unido filmou com Amir Gere, “Broken Guitar”, João Paulo Simões, “Where her dreams ends”, Joseph Tito, “Death of the Virgin” e Sheena Holliday, “Persona”. Foi nomeada para os Globos de Ouro 2016, com o espectáculo de teatro, “E Morreram Felizes Para Sempre”, com encenação de Ana Padrão e coreografia de Catarina Trota. De entre os seus trabalhos mais recentes de encenação e dramaturgia, destacam-se as óperas “O Regresso da Norma” (AREPO, 2021) e “É Possível Resistir” (AREPO, 2019), as peças” Leituras” (Teatro-Cine Torres Vedras, 2021), “Ensaio”, (Teatro/Vídeo, 2018) “EU.ROPE”, (Performance/Dança) encomenda da Orquestra Clássica do Sul para o FIMA – Festival Internacional de Música do Algarve (2017), “A.L.I.C.E”, Assistência de Encenação a Carlos J. Pessoa, Teatro da Garagem, CCB (2016), “Baú da Descoberta”, encomenda da EGEAC para o Castelo de S. Jorge (2015), “(Des)concerto”, acolhimento Teatro da Garagem, Teatro Taborda, (Teatro/Dança, 2015), “O Monstro Infeliz”, (teatro infantil), SEMENTEIRA (2014) e “The White Parrot” (Performance), Casa do Brasil em Lisboa (2013). É autora do conto infantil, “O Sorriso Mágico de Sofia”, audiobook editado com o Apoio Fonográfico GDA (2018). É fundadora e Diretora Artística da AREPO – Ópera e Artes Contemporâneas desde 2019.

Luís Soldado

Direcção Artística / Composição

Doutorado em Composição pelo Royal College of Music, é atualmente investigador integrado no Centro de Sociologia e Estética Musical, CESEM, Universidade Nova de Lisboa, onde se encontra a desenvolver projetos relacionados com o estudo e composição de ópera contemporânea e suas novas formas de comunicação.

De entre as suas obras, destacam-se a ópera de câmara “Hotel Suite”, estreada em 2011, em Londres, a banda sonora para o filme mudo “Os Lobos”, de Rino Lupo (encomenda do 2º UK Portuguese Film Festival) estreada em 2011 no Barbican Centre em Londres, a ópera de câmara “Fado Olissiponense”, estreada em 2012 no Teatro Nacional de São Carlos, e as óperas de câmara “O Corvo”, (2015) de Edgar Allan Poe, “Tabacaria” (2017) de Álvaro de Campos e “As Flores do Mal”(2019), a partir de Charles Baudelaire. Entre 2018 e 2019 estreou na RTP2 um conjunto de sete mini-óperas televisivas, inseridas na terceira temporada do programa Super Diva – Ópera para Todos. Em 2019 estreou em Torres Vedras a ópera comunitária de rua “É possível resistir” e em 2021 a ópera de câmara “O Regresso da Norma”.

Em 2021 assumiu o cargo de coordenador adjunto do Grupo de Investigação em Música, Teoria Crítica e Comunicação, CESEM, e em 2022 tornou-se Professor de Mestrado em Artes Cénicas, FCSH, Universidade Nova de Lisboa.

É fundador e Diretor Artístico da AREPO – Ópera e Artes Contemporâneas desde 2019.

Ana Andrade

Performer

Performer portuguesa que começou a sua formação pelo ballet clássico.
Licenciou-se em Estudos Artísticos pela Universidade de Lisboa e estudou performance em Londres onde se dedicou ao teatro físico com a companhia Waving Not Drowning.

Viveu também em Santiago de Compostela onde praticou novo circo com professores do National Centre for Circus Arts.


Durante os últimos 5 anos destacam-se as experiências performativas em teatro
de rua onde já colaborou com companhias como Artelier?, Teatro do Mar e P.I.A. actuando em diferentes cidades europeias.

Patricia Carreira

Realizadora

Mestre em Screen Directing (Central Saint Martins School of Arts and Design, Drama Centre London), com David Parfitt como mentor. Licenciatura em Teatro – Formação de Actores e Encenadores e Bacharelato em Teatro – Estudos Teatrais, ambos na Escola Superior de Teatro e Cinema. Foi aluna Erasmus na Real Escuela Superior de Arte Dramático (Madrid), e estagiou na Compañia Nacional de Teatro Clásico. Em Cinema trabalha como realizadora e directora de actores. Em 2010 a curta-metragem The List, que co-dirigiu com Rungano Nyoni, ganhou o prémio BAFTA Cymru para Melhor Curta-Metragem. Foi convidada pela London Jewellery Week para realizar o documentário Behind the Doors (2009) e pela Central Saint Martins para realizar a curta-metragem China Nights. Em 2018, a European Cultural Foundation financiou o seu documentário How To Squat A River. Foi script doctor, directora de casting, directora de actores e actriz no filme I Am Not a Witch (2017), de Rungano Nyoni, presente na Quinzena dos Realizadores (Cannes) e escolha do Reino Unido para representar o país nos prémios Óscars. Em Teatro destaca O Homem que Não Está Lá, uma co-produção com a companhia russa Co.Theatre (T. Taborda, Lisboa, 2012), Medeia, a Estrangeira, produção financiada pela DGArtes, Ministério da Cultura (T. Comuna, Lisboa e Londres, 2010), Uma Coisa é Certa (KBB, Lisboa, 2007) e Mínimo Múltiplo Comum (T. Praga, Lisboa, 2005). Encenou diversos espectáculos para a infância e comunitários. Dirige Novo Circo desde 2014. Foi directora artística do 1º ano da escola profissional do Chapitô, onde foi também curadora de exposições e espectáculos e coordenadora do projecto de inclusão através das artes, Denominadores Comuns (EEA Grants). Tem elaborado diversos projectos teatrais com cariz comunitário e social, estando actualmente a gerir Aquacultura de Sereias Lda (EEA Grants – F. Gulbenkian).

Rui Pinheiro

Maestro

Maestro Titular da Orquestra Clássica do Sul desde 2015 e Diretor Artístico do FIMA – Festival Internacional de Música do Algarve desde 2017.Após concluir o Mestrado em Direcção de Orquestra no Royal College of Music de Londres foi apontado Maestro Associado da Orquestra Sinfónica de Bournemouth, no Reino Unido (2010-2012). Em Portugal trabalhou com todas as principais orquestras: Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Sinfónica do Porto – Casa da Música, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Clássica da Madeira, Filarmonia das Beiras e Orquestra do Norte, tendo-se apresentado em importantes salas e festivais como os Dias da Música no CCB, Festival ao Largo, Prémio Jovens Músicos, entre outros. Após a sua estreia operática no Teatro Nacional de São Carlos, com A Filha do Regimento de Donizetti dirigiu também Los Diamantes de la Corona de Barbieri, produção do Teatro de Zarzuela de Madrid. Do seu repertório operático constam ainda muitas outras produções de companhias independentes. Também na área do ballet desenvolveu uma profícua relação com o Quorum Ballet em produções de O Lago dos Cisnes, Sagração da Primavera e Romeu e Julieta. Entusiasta de música contemporânea trabalhou com compositores como Kenneth Hesketh, Alison Kay, Augusta Read Thomas, Stephen MacNeff, Pedro Faria Gomes, Luís Soldado, Bruno Gil Soeiro, Luís Tinoco, Nuno Côrte-Real, Isabel Soveral, Clotilde Rosa, Álvaro Salazar, Cândido Lima entre outros, de quem dirigiu diversas estreias mundiais. Dirige regularmente o GMCL – Grupo de Música Contemporânea de Lisboa. Gravou diversos concertos ao vivo para a RTP-2, RTP-Madeira, Antena-2 e BBC-Radio3 e os seguintes CD’s: Obras para Piano de Victor Macedo Pinto (Numérica), Retiro de Rodrigo Leão com a Orquestra e Coro Gulbenkian (Deutsche Gramaphone) e Obras de Filipe Pires com o Grupo de Música Contemporânea de Lisboa (La Mà di Guido).